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	<title>David Esteves | Criador de Conteúdo e Copywriter Freelance</title>
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	<title>David Esteves | Criador de Conteúdo e Copywriter Freelance</title>
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		<title>As 7 melhores estratégias de Dental Marketing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2017 15:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Boas, malta Marketeira! Para hoje, apresento-vos algo totalmente fora do comum! <strong>As 7 melhores estratégias de Dental Marketing</strong>. É verdade, hoje fui ao fora da caixa “buscar” um tema. E por quê? Porque queria explorar algo fora dos tipos tradicionais de <strong>Marketing</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Vamos lá então enquadrar esta temática!</p>



<p>Atrair novos pacientes na área dentária e odontológica é sempre um desafio para todas as clínicas dentárias! Com efeito, o <strong>Dental Marketing procura colmatar essa mesma necessidade de mercado</strong>.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Mas o que é o Dental Marketing?</h1>



<p class="has-text-align-center"><em>O <strong>Dental Marketing</strong> é o que nos vai ajudar no processo de identificar quais os nossos pacientes, onde é que eles estão e qual o valor que lhe podemos acrescentar para responder às suas necessidades e desejos. É também o que nos vai ajudar a diferenciar da concorrência, na medida em que nos vai facilitar no processo de posicionamento</em><em>&nbsp;e criação de&nbsp;novas comunicações. E como tudo é como no Marketing tradicional, também vai enriquecer os serviços e produtos que oferecemos.</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/06/as-7-melhores-estratc3a9gias-de-dental-marketing-2.jpeg" alt="As 7 melhores estratégias de Dental Marketing 2" class="wp-image-5260"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Passemos&nbsp;então às <strong>7 melhores estratégias de&nbsp;Dental Marketing</strong>!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong># 1 – Sistema de recompensa para pacientes que refiram ou convidem novos pacientes.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Numa clínica já estabelecida no mercado dentário é essencial existir um acompanhamento personalizado a cada paciente. Hoje em dia a grande diferença em manter pacientes na área da saúde é o trato humanista que se dá a cada paciente. O trato pessoal e próximo é a chave para fidelizar os seus pacientes. Se a isto juntarmos um sistema de recompensa para cada paciente habitual que consiga angariar um novo paciente para a clínica através de uma referência, as clínicas devem pensar nesta estratégia como uma forma de gerar mais conversões. Uma estratégia de, “Traga um amigo e garanta um desconto no seu próximo branqueamento”, é uma forma de garantir que a clínica é falada e chega assim a potenciais pacientes. Essencialmente, esta estratégia tem em vista a não estagnação da carteira de pacientes e conseguir novos pontualmente. Por isso, trabalhemos para estar no <strong><em>top of mind </em></strong>do nosso público e encorajá-lo a falar dos nossos serviços!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>#2– Presença Web e Testemunhos</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Mesmo que o sistema de recompensa seja implementado, é necessário criar canais alternativos para garantir o <em><strong>top of mind</strong></em> na mente do nosso público. Com efeito, o que melhor do que as tradicionais campanhas de <strong>Marketing</strong> para garantir novas <em>leads</em> e conversões? Tornemos a prática dental comum a todos. Pensem no que os vossos pacientes ou potenciais querem saber/ver, tenham um site atualizado e com o conteúdo <em>user friendly</em>, descompliquem os termos técnicos, no fundo, tornem <em>sexy</em> a prática dentária. Aproveitem ao máximo a tendência digital e comuniquem através dos novos canais de comunicação. Por fim, garantam zonas para testemunhos de pacientes e promovam esse <em>feedback</em> nestes novos canais digitais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>#3- Think local, act for global!</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Sendo o trato humano uma das práticas que mais faz diferença na área da saúde, no que diz respeito à área da medicina dentária esse ponto não foge à regra. Assim sendo, uma proximidade com a comunidade local é meio caminho andado para o sucesso de uma clínica dentária. Iniciativas como recolha de alimentos, participação nas festas locais, ações pontuais de ativação da marca, podem-se tornar num <em>boost</em> de <em>brand awareness</em> para uma clínica dentária. Resumindo, uma imagem positiva localmente, é uma imagem positiva para um impulso mais transversal e com maior raio de ação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>#4 – Eventos diferentes</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Seja diferente do habitual, não chega descomplicar os termos técnicos da medicina dentária, diferencia-se da concorrência com iniciativas criativas e audazes. Organize <em>open days</em>, celebre os dias mais importantes do ano com lembranças (oferecer uma rosa no dia da mulher às pacientes femininas, por exemplo), ofereça <em>workshops</em> relacionados com práticas de saúde oral, leve a cabo apresentações sobre tratamentos, desperte a consciência dos malefícios que afetam a saúde oral, etc. Tudo isto é uma panóplia de opções que validam conceitos e que demonstram que nem tudo tem de ser chapa 7, e repetindo algo já dito, apresente a sua clínica de uma forma que os seus pacientes olhem para si, como alguém que acrescenta valor para além de boas práticas e tratamentos dentários.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>#5 – Criar um <em>blog</em></strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Atrair novos pacientes na área dentária e odontológica é sempre um desafio para todas as clínicas dentárias e a criação de um <em>blog</em> associado ao vosso <em>website</em> é uma outra estratégia para melhorar o vosso <strong>Dental Marketing</strong>. Por que um <em>blog</em>? Não é fora do comum? Qual é a sua utilidade para o site de uma clínica? Estas são perguntas válidas, contudo, criar um <em>blog</em> tem o seu fundamento. Num primeiro ponto, criar um <em>blog</em>, pode vir a gerar tráfego para o site, ajudando na otimização do mesmo. Por sua vez, o <em>blog</em> vai ser importante para mostrar um outro lado do site. Com os artigos de interesse, dicas sobre saúde oral e até curiosidades dentárias, podem-se atrair leitores curiosos, que por alguma razão vão-se lembrar da clínica num momento futuro porque leram algo que lhe captou a atenção, podendo até ter em conta a mesma para eventuais tratamentos dentários. Conteúdo gera conteúdo e…conversões!</p>



<h2 class="wp-block-heading">#<strong>6 – E-mail Marketing para comunicar com os pacientes.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">O <strong>E-mail Marketing</strong> é uma excelente forma de relembrar os seus pacientes para fazerem o seu <em>check-up</em> regular, as datas das suas consultas, campanhas em vigor, etc. Por outro lado, pode ser útil para gerar tráfego para áreas específicas do site (<em>blog</em>), comunicar novas notícias, acontecimentos pessoais (celebração de aniversário), ou seja, “mimar” de forma personalizada o paciente e fazê-lo sentir-se importante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>#7 – Social Media! </strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Por fim, expandir a sua prática pelas redes sociais, criar uma comunidade de seguidores e fazer com que estes se sintam ligados à Marca! Uma vez mais, voltamos aos pontos abordados, estar no <em><strong>top of mind</strong></em> do paciente é fundamental, estando visíveis e a espalhar as “boas novas”. Por isso, convém planear um estilo próprio de <strong>Social Media</strong> e apostar naquelas que realmente valem a pena.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/06/as-7-melhores-estratc3a9gias-de-dental-marketing-1.jpeg" alt="As 7 melhores estratégias de Dental Marketing 1" class="wp-image-5264"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">E foi assim mais um artigo <strong>d’O Idiota Marketeiro</strong>, espero que vos tenha feito sorrir e lembrem-se, a fada dos dentes do <strong>Marketing</strong> está atenta a todos vocês!</p>
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		<title>Saiba como automatizar o Marketing!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2017 13:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center">Para hoje&nbsp;temos um tema que é um dos mais explorados no mundo do <strong>Marketing</strong> actualmente, mais concretamente, no que toca ao&nbsp;<strong>Marketing Digital</strong>. A <strong>Automatização do Marketing</strong> ao longo dos anos, tem vindo a ganhar protagonismo no dia a dia dos profissionais de <strong>Marketing</strong>. Tem sido&nbsp;um sistema utilizado para <strong>&#8220;maturar&#8221; audiências</strong>, conseguindo de forma efectiva a <strong>angariação de <em>leads</em></strong>, sem que exista a necessidade de &#8220;mexer&#8221;&nbsp;no processo de vendas.</p>



<p class="has-text-align-center">Mas deixemos&nbsp;de lado as introduções e passemos ao que realmente importa, <strong>saber como podemos&nbsp;automatizar o Marketing!</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Para entender esta &#8220;<strong>robotização</strong>&#8221; é necessário primeiro, entender a sua <strong>relevância</strong> e&nbsp;perceber o quão importante é a&nbsp;<strong>construção de uma forte estratégia digital</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">O facto do <strong>Content Marketing</strong> também ter sido um campo em que se investiu imenso a nível digital, levou a que se fosse&nbsp;obtendo um maior número de <em>leads</em>, o que&nbsp;por sua vez, levou à necessidade de extrair o potencial desta mesmas <em>leads</em> em larga escala. Por outras palavras, sabendo que uma forte <strong>estratégia digital</strong>, assenta em&nbsp;conteúdo relevante e sendo&nbsp;esta a essência para a&nbsp;angariação de <em>leads</em> no digital, uma coisa levou à outra! Juntando ao facto do <strong>Marketing Digital ter ganho uma dimensão gigante no mercado</strong>, levou a que os profissionais de <strong>Marketing</strong> tivessem de aproveitar a onda e retirar o máximo possível de todas estas &#8220;novas&#8221; <em>leads</em>, e para isso tiveram de desenvolver e aproveitar as <strong>ferramentas da Automatização de Marketing</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Com efeito, vou-vos apresentar <strong>dois factores</strong> a ter em conta no processo de <strong>Automatizar&nbsp;o Marketing</strong>. Dois factores que se distinguem pela capacidade de evoluírem em escala e que se desenvolvem com os consumidores.</p>



<h1 class="wp-block-heading">1 &#8211; O processo de&nbsp;Automatização do Marketing não é tudo, não basta.</h1>



<p class="has-text-align-center">Ajuda no angariar de <em>leads</em> em larga escala, contudo, todo o <em>follow-up</em> do consumidor, continua a ser essencial. O reconhecer deste ponto é o primeiro passo para o sucesso do processo de automatizar o <strong>Marketing</strong>. Quando se gera conteúdo relevante, mais facilmente se vai conseguir gerar <em>leads</em>. <strong>O conteúdo optimizado fala por si</strong>, o acompanhar deste conteúdo é onde está o segredo para conseguir resultados mais segmentados e que se conseguem controlar mesmo sendo um processo constante e em larga escala. <strong>Aqui, o grande segredo&nbsp;acaba por ser o controlo do funil de vendas. Em cada passo, fazer um <em>check-up</em> e se necessário corrigir o processo, melhorando-o.</strong></p>



<h1 class="wp-block-heading">2 &#8211;&nbsp;Centrar o Marketing sempre no real.</h1>



<p class="has-text-align-center">Os dados e o termo <em>leads</em> são&nbsp;importantes, mas mesmo assim, são &#8220;sempre pessoas&#8221;. Não é por serem uma &#8220;simples&#8221; <em>lead</em> de <em>e-mail</em> ou S<em>ocial Media</em> que devem ser tratados de forma diferente. Se conseguirmos o&nbsp;equilíbrio entre as nossas ferramentas de <strong>Automatização de Marketing</strong>, canais e comportamentos, mais facilmente se consegue traduzir estas <em>leads</em> em dados mais concretos, como por exemplo, em gostos, idade, preferências, género, local de residência, etc. Este acaba por ser um outro desafio durante o processo de <strong>Automatização de Marketing</strong>, porque saber que <em>lead</em> veio de um simples<em> click</em> num <strong>e-mail</strong> é fácil de saber, agora perceber a qualidade desse <em>click</em>, é uma historia completamente diferente.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, finalizar com um exemplo mais sistematizado daquilo que nos leva a <strong>&#8220;robotizar&#8221; o Marketing</strong>:</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Converter não-<em>leads</em></strong> (consumidores não habituais) em compras.</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Melhorar a eficiência do nosso funil de vendas</strong>. Passos mais completos e focados no consumidor.</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Follow-up de <em>leads</em></strong>, vai gerar controlo de custos, optimizando os nossos alvos. Sabemos onde &#8220;gastar&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Tornar mais eficaz o nosso <em>Call to action</em></strong>. Um melhor funil de vendas vai levar o consumidor numa viagem de compra diferente. Cada passo enriquece esta compra.</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Equipas de vendas mais focadas</strong>. Dados mais completos, melhores resultados</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Ciclos de vendas mais controlados</strong>. Não existe a necessidade de aumentar fases de vendas.</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong><em>Upgrades</em> no processo de fidelização</strong>. Melhores ferramentas, que falam automaticamente por si. Bastando serem alimentadas com conteúdo relevando.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Já dizia o sábio <em>Optimus Prime</em> &#8211; &#8220;Marketeiros,<em> let&#8217;s roll!&#8221;</em></h2>
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		<title>O Mundo do Storytelling em 7 passos!</title>
		<link>https://davidesteves.pt/blog/o-mundo-do-storytelling-em-7-passos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 May 2017 23:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boas malta Marketeira! Hoje serei o vosso cicerone&#160;numa aventura cheia de emoção e Storytelling. &#8220;Durante&#8221;&#160;7 passos, vou-vos guiar no caminho de aprendiz a Storyteller! O que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Boas malta Marketeira! Hoje serei o vosso cicerone&nbsp;numa aventura cheia de emoção e <em><strong>Storytelling</strong></em>. <strong>&#8220;Durante&#8221;&nbsp;7 passos</strong>, vou-vos guiar no caminho de aprendiz a <strong><em>Storyteller</em></strong>!</p>



<h1 class="wp-block-heading">O que é o <em>Storytelling</em>?</h1>



<p class="has-text-align-center">Segundo reza a lenda escrita no livro sagrado <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Storytelling" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Wikipédia</a>, <em><strong>Storytelling</strong> é a actividade cultural e social no qual a partilha de histórias é a forma mais comum de&nbsp;fazer passar os valores morais da sociedade. Com recurso a cenários épicos, personagens audazes e histórias fantasistas, o <strong>Storyteller</strong> dá forma à sua narrativa e procura transmitir os &#8220;seus valores&#8221;&nbsp;à sua audiência.</em></p>



<p class="has-text-align-center">No mundo do <strong>Marketing</strong>, o <em><strong>Storytelling</strong></em> é visto como a&nbsp;estratégia que vai&nbsp;dar &#8220;forma&#8221; aos desejos e necessidades de uma&nbsp;<strong>Marca</strong>, procurando usar os mesmos para captar&nbsp;e chamar a atenção do público. No fundo, o principal objectivo do <em><strong>Storytelling</strong></em> é fazer com que a <strong>Marca</strong>&nbsp;fale por si e seja apelativa para o público. Por sua vez, o <em><strong>Storytelling</strong></em>&nbsp;procura ser a ferramenta que vai criar uma conexão entre a <strong>Marca</strong> e o seu público, recorrendo para isso a&nbsp;histórias emocionantes, que têm como missão&nbsp;transmitir os valores da mesma.</p>



<p class="has-text-align-center">Com efeito, iniciemos então o caminho de aprendiz a <em><strong>Storyteller</strong></em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1º Passo &#8211; História</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Criar uma narrativa. Reunir todos os elementos&nbsp;necessários que irão estar presentes na história. Quando a narrativa tem o objetivo de &#8220;ser contada via <em><strong>Storytelling</strong></em>&#8220;, o&nbsp;primeiro pensamento deve ser abordar a história de forma criativa, tornando-a única. Quando as histórias são &#8220;bem&#8221; contadas e os seus intervenientes são &#8220;ricos&#8221; em&nbsp;valores, a experiência da audiência irá ser ainda mais autêntica e real.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2º Passo &#8211; Não pensar em vendas!</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Definir&nbsp;o argumento, não &#8220;entrar a matar&#8221; quando chegar o momento de iniciar o <em><strong>Storytelling</strong></em>. As pessoas não &#8220;compram&#8221; produtos, &#8220;compram&#8221; o que a Marca representa! E se sentirem uma ligação, facilmente respondem ao <em>call-to-action</em> do <strong><em>Storytelling</em></strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3º Passo &#8211;&nbsp;Idealizar&nbsp;um começo, um meio e um fim.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">A narrativa da estrutura tem de criar um processo de &#8220;causa/efeito&#8221;.&nbsp;Ao longo do <em><strong>Storytelling</strong></em> pretende-se criar um processo emocional, com que as pessoas se identifiquem. Primeiro, contar o &#8220;Era uma vez&#8221;, de seguida enfeitar a história com pormenores e por fim, durante este&nbsp;processo levar a audiência ao momento do clímax, onde se pretende que este estabeleça uma ligação com a <strong>Marca</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4º Passo &#8211; Ajustar o <em>Storytelling</em> ao canal no qual se vai transmitir a mensagem.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Criar uma narrativa, definir o argumento, idealizar o &#8220;corpo&#8221; da história, segue-se agora o momento de adaptar o conteúdo ao canal no qual se irá &#8220;transmitir&#8221; o <em><strong>Storytelling</strong></em>. O mais importante é que o modelo escolhido esteja de acordo com o comportamento da audiência.&nbsp;O facto de hoje em dia existirem vários canais, dispositivos e plataformas, permite ao storyteller uma maior versatilidade e formas de cativar a sua audiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5º Passo &#8211; Ter bons personagens.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Ter bons personagens faz com que mais facilmente o público se identifique com os valores transmitidos pelo <em><strong>Storyteller</strong></em>. Por vezes, o que se deve ter em conta, não é somente o conteúdo, é quem está a &#8220;viver e dar a cara na história&#8221; por esse conteúdo.&nbsp;Isto deve-se ao facto destes personagens serem os que vão criar o elemento de ligação,&nbsp;quer seja&nbsp;este medo, desejo, tristeza, alegria ou até mesmo ao desejo de <em>call-to-action</em>&nbsp;na audiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6º Passo &#8211; Ser uma viagem pela imaginação e pela fantasia.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Mais que conter elementos que despertem os sentidos à audiência, o&nbsp;mais importante é que seja uma história verídica! Tudo o resto acontece por inerência, onde a audiência viaja pela sua imaginação e tem liberdade para interpretar&nbsp;a mensagem da forma que&nbsp;queira!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7º Passo &#8211; Preparar uma surpresa.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Tal como referido no 3º passo, o momento do clímax é o mais importante no <em><strong>Storytelling</strong></em>, é o momento que vai definir o <em><strong>Storyteller</strong></em>, uma vez que é o momento em que o <em>call-to-action</em>, pode ou não acontecer. Se acontecer, missão cumprida.</p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="788" height="321" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/05/storytelling.png" alt="storytelling" class="wp-image-5039" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/05/storytelling.png 788w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/05/storytelling-500x204.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/05/storytelling-300x122.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/05/storytelling-768x313.png 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/05/storytelling-150x61.png 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/05/storytelling-480x196.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:788px) 100vw, 788px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">E foi assim, mais um caminho pelas <strong>estratégias de Marketing</strong>, espero que este pequeno lamiré, seja apelativo o suficiente para se iniciarem no mundo do <em><strong>Storytelling</strong></em> e serem <em><strong>&#8220;a&nbsp;young Storyteller&#8221;</strong></em>.</p>
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		<title>7 dicas para títulos de artigos de Blog!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2017 22:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sexta-Feira santa, sexta-feira Marketeira. Aleluia, aleluia! &#160;Para&#160;hoje, &#8220;O Idiota Marketeiro&#8221; vai dar uma de conselheiro blogico! Que tal umas dicas para títulos de artigos de blog<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Sexta-Feira santa, sexta-feira Marketeira. Aleluia, aleluia!</h4>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;Para&nbsp;hoje, &#8220;<strong>O Idiota Marketeiro</strong>&#8221; vai dar uma de conselheiro <em>blogico</em>! Que tal umas <strong>dicas para títulos de artigos de <em>blog</em></strong> para enaltecer este meu lado conselheiro? Parece-vos bem? Com efeito, apresentarei de seguida, <strong>7&nbsp;dicas para enriquecer títulos de artigos de <em>blog</em></strong>, mas primeiro uma pequena introdução.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/04/headline_.jpg" alt="headline_" class="wp-image-4600"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Tal como frisei <a href="https://oidiotamarketeiro.wordpress.com/2017/04/03/conteudo-porque-conteudo/" target="_blank" rel="noopener">na idiotice passada</a>, por vezes <strong>não é só o conteúdo que conta</strong>, <strong>a forma este se apresenta&nbsp;ajuda bastante a ser um sucesso</strong>, e nesta linha de pensamento, nada que melhor que um &#8220;<em><strong>catchy title</strong></em>&#8221; para atrair público.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Todos nós sabemos a importância de um <strong>&#8220;grande título&#8221;</strong>, mas então, <strong>como é que o vamos conseguir</strong>?</h2>



<p class="has-text-align-center"><strong>1. Usar adjetivos sugestivos.</strong>&nbsp;Quanto mais &#8220;fortes e provocantes&#8221; (no bom sentido claro, se bem que a tragédia também ajuda) forem os adjetivos utilizados, mais facilmente consegue-se ganhar a atenção do público e obter um &#8220;<em>call to action</em>&#8220;.</p>



<p class="has-text-align-center">Exemplo &#8211; &#8220;Os 7 doces <span style="text-decoration: underline;"><strong>mais&nbsp;maravilhosos</strong></span> da Madeira&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>2. Usar números. </strong>O uso de<strong>&nbsp;</strong>números em títulos é bastante comum. Chama a atenção e é uma excelente forma de &#8220;dizer&#8221; ao leitor o que vai&nbsp;encontrar. Recentes estudos métricos, mostram que os números &#8220;trabalham&#8221; melhor que as palavras no que toca à escolha de um título para um artigo, é a componente do título que ressalva mais à vista do leitor.</p>



<p class="has-text-align-center">Exemplo &#8211; &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><strong>7</strong></span> dicas para títulos de artigos de Blog!</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>3. Usar&nbsp;<em>quotes</em> de pesquisa populares. O quê, Porquê, Como, e Quando</strong>.<strong>&nbsp;</strong>No que toca às pesquisas, é frequente o uso destas mesmas&nbsp;<em>quotes</em>, uma vez que se procura geralmente por algo útil e relevante. Acrescentar que dentro deste grupo de <em>quotes</em>, &#8220;O quê&#8221; e &#8220;Como&#8221;, são as mais utilizadas e&nbsp;procuradas pelas pessoas.&nbsp;Por outro lado, também têm um chamariz extra, visto que são as mais &#8220;<em>catchy</em>&#8221; para &#8220;atrair&#8221; os motores de busca, por outras palavras, são boas expressões para trabalhar ao nível do SEO.</p>



<p class="has-text-align-center">Exemplo &#8211; &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><strong>Como</strong></span> cozinhar um frango em 7 passos&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>4. Título curto e direccionado. </strong>O título deve ser ao mesmo tempo, conciso e descritivo. Aproveitando o ponto anterior, Deve-se incluir&nbsp;&#8220;boas&#8221; <em>keywords</em> para facilitar o SEO. Um dado métrico também a referir, é o de que se deve utilizar no máximo até 70 caracteres nos títulos, o <strong>Google</strong>&nbsp;por norma &#8220;corta&#8221; acima disso (claro que lá está, não é algo &#8220;fatalista&#8221;).</p>



<p class="has-text-align-center">Exemplo &#8211; &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><strong>O que são técnicas de SEO</strong></span>?&#8221; (curto e grosso)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>5. Não se deve utilizar&nbsp;um título &#8220;enganoso&#8221;.</strong>&nbsp;Se o título não coincidir com o conteúdo do <em>post</em>/artigo, existe um grande risco de perda de credibilidade e reputação do seu autor e por consequência do <em>Blog</em> em questão. Por isso, deve-se dizer não à tentação de se utilizar títulos &#8220;enganosos&#8221;, porque se isso acontecer, há uma grande probabilidade dos motores de busca ignorarem o conteúdo, uma vez que não vão corresponder ao título definido.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Exemplo &#8211; &#8220;5 formas de cultivar batata doce&#8221; &#8211; &#8220;<del>O processo de cultivo de batata doce é influenciado pelos poços de petróleo na Arábia Saudita (&#8230;)</del>&#8220;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>6. Utilizar um título&nbsp;com um cunho pessoal.&nbsp;</strong>Nunca perder o toque pessoal. Seja qual for o caminho do conteúdo, o estilo do título tem de vincar os traços do <em>Blog</em>. No fundo, é dar&nbsp;azo à criatividade!</p>



<p class="has-text-align-center">Exemplo &#8211; &#8220;As 7 melhores <span style="text-decoration: underline;"><strong>idiotices</strong></span> d&#8217;<strong>O Idiota Marketeiro</strong>&#8221; (Neste caso, recorri&nbsp;a uma palavra frequentemente utilizada no blog, sendo um traço do mesmo.)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>7.&nbsp;Fazer com que o título&nbsp;transmita uma forte <em>premissa</em></strong>. Deve-se &#8220;prometer&#8221; ao leitor algo de valor. Quer seja aprender alguma nova técnica, quer seja a desafiar o leitor para um novo desafio, ou até mesmo desmistificar&nbsp;fatos. Essencialmente, &#8220;B<em>e brave and bold</em>&#8220;, escolher um título, audaz e capaz de levar à leitura (Nota: Não confundir com a dica nº1, aqui a ideia que se pretende transmitir é a de que o título fale por si, convidando à leitura, enquanto que na dica nº1, sugere-se&nbsp;o uso de adjetivos &#8220;fortes&#8221;, que vão acabar por realçar esta premissa<em>)</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Exemplo &#8211; &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><strong>7 factos que você não sabia</strong></span> sobre o <em>Aloé Vera&#8221;</em></p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, acabo com uma infografia que contém exemplos sobre o que foi aqui explicado. Espero que vos seja útil e siga meter mãos à obra!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="600" height="1050" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/04/blog-post-titles_infographic.jpg" alt="blog-post-titles_infographic" class="wp-image-4745" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/04/blog-post-titles_infographic.jpg 600w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/04/blog-post-titles_infographic-286x500.jpg 286w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/04/blog-post-titles_infographic-171x300.jpg 171w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/04/blog-post-titles_infographic-43x75.jpg 43w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2017/04/blog-post-titles_infographic-480x840.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, 600px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>
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		<title>Conteúdo. Porquê conteúdo?</title>
		<link>https://davidesteves.pt/blog/conteudo-porque-conteudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 16:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro de tudo, uma nota de culpa. (já são quantas mesmo?) Eu assumo, tive/tenho tido uma crise &#8220;blogger&#8221; nestes últimos tempos. Uma enorme inércia tomou conta<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<p class="has-text-align-center"><strong>Primeiro de tudo, uma nota de culpa. (já são quantas mesmo?)</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Eu assumo, tive/tenho tido uma crise &#8220;<em>blogger</em>&#8221; nestes últimos tempos. Uma enorme inércia tomou conta de mim e tem levado a melhor na luta do &#8220;<em><strong>marketeiro on a mission</strong></em>&#8220;. Não me perguntem o porquê deste longo período de ausência do mundo virtual, mas a inspiração e a vontade não têm existido. Contudo, espero que este <em>post</em> faça um <em>reboot</em> n&#8217;<strong>O Idiota Marketeiro</strong> e arrebite aqui a malta.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Segundo &#8220;de tudo&#8221;, o assunto de hoje, conteúdo</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Hoje em dia, tudo gira à volta de conteúdo</strong>. Esta crise de meia idade <em>blogger</em> tem passado um pouco pela falta de inspiração para entregar um conteúdo com conteúdo, por outras palavras, para entregar &#8220;m#rda&#8221; só porque sim,&nbsp;estou bem assim&#8230; quietinho .</p>



<p class="has-text-align-center">Dito isto, o melhor <em>reboot</em> que posso fazer, é exactamente este, <strong>um <em>refresh</em> com&nbsp;um conteúdo que valha a pena, e&nbsp;que acima de tudo, seja útil durante a leitura</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Feito está o&nbsp;&#8220;purgatório&#8221;, passemos ao busílis da questão.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Falar de conteúdo no Marketing, é o mesmo que dizer, Content Marketing</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Mas antes de irmos ao seu conceito e de perceber o que é, é ainda mais importante saber o porquê de ser fundamental nos negócios nos dias de hoje.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porquê Content Marketing?</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Imaginemos a seguinte situação &#8211; <em>Um potencial cliente descobre o nosso conteúdo, encontra determinado &#8220;valor&#8221; no mesmo&nbsp;e no momento em que nos vai contactar, já vai ter a certeza de que é aquilo que quer</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Confuso este exemplo? Ora troquemos por miúdos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>A premissa mais comum do Marketing é constante troca de valor na relação</strong> <strong>produto/serviço vs consumidor</strong>. No momento que se adquire um produto&nbsp;ou se usufrui de um serviço é com intuito de satisfazer um desejo ou uma necessidade. <strong>No caso, o Content Marketing é uma forma&nbsp;enriquecer esta mesma troca de valor</strong>. O segredo do <strong>Content marketing</strong> passa muito pela forma como é trabalhado e pelo&nbsp;valor &#8220;acrescentado&#8221; que vai trazer a um produto/serviço. <strong>Para este&nbsp;efeito, actualmente existem diversas ferramentas de Content Marketing que vão ajudar neste &#8220;construir de conteúdo&#8221;, sendo que vão ser as mesmas&nbsp;e a forma como vão ser utilizadas, que vão decidir &#8220;o jogo&#8221; quando toca à escolha de uma determinada Marca</strong>. <span style="text-decoration: underline;"><em>Com efeito,&nbsp;o Content Marketing é plus que acaba por ser um game changer de mercado</em></span>.</p>



<p class="has-text-align-center">Passemos então agora à&nbsp;definição de <strong>Content Marketing</strong>.&nbsp;<em><strong>Content Marketing</strong> é uma estratégia de marketing que nos vai permitir criar&nbsp;uma relação com o nosso público-alvo, através da publicação e disseminação de conteúdo relevante e direccionado para o&nbsp;mesmo. Paralelamente e utilizando&nbsp;as ferramentas de&nbsp;partilha de conteúdo, quer seja o website, email, social media ou canais pagos, vamos construir uma relação de confiança com este mesmo público. Assim, criar conteúdo relevante, consistente, atractivo, direccionado e que seja focado na nossa audiência, é meio caminho andado para a proliferação de lucro e o atingir das metas pretendidas</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Após estas duas grandes ideias, <strong>a primeira, qual a vantagem do Content Marketing para o negócio e a segunda, o que é o Content Marketing</strong>, avancemos para como trabalhar este mesmo Content Marketing.</p>



<h1 class="wp-block-heading">1.&nbsp;A batalha pela atenção é global.</h1>



<p class="has-text-align-center">Não há muito a dizer, como já referi em anteriores <em>posts</em>, quem conta a melhor história e a forma como a conta, é o que importa. Ao <strong>Content Marketing</strong> aplica-se a mesma premissa, num mercado tão inundado de meios e de técnicas para mais e melhor, quem &#8220;vai ganhar&#8221; é aquele que as melhor puser em prática.</p>



<h1 class="wp-block-heading">2.&nbsp;O conteúdo precisa de um foco, um alvo.</h1>



<p class="has-text-align-center">O conteúdo é o nosso produto<br>Qual o papel do nosso produto/serviço no mercado?<br>Quem somos?<br>Quem vamos &#8220;ajudar&#8221;?</p>



<h1 class="wp-block-heading">3.&nbsp;O conteúdo tem de preencher uma necessidade, satisfazer um desejo.</h1>



<p class="has-text-align-center">O conteúdo pode &#8220;educar&#8221; a nossa audiência, criar um conteúdo especifico, continuo e que seja aprimorado ao longo do tempo, vai colmatando necessidades e desejos, permitindo criar uma &#8220;plateia de seguidores&#8221; que vão olhar para &#8220;nós&#8221; como <em>&#8220;top of mind&#8221;</em> para satisfazer os seus desejos e necessidades.</p>



<h1 class="wp-block-heading">4.&nbsp;O conteúdo não se&nbsp;promove sozinho.</h1>



<p class="has-text-align-center">O conteúdo pode ser algo &#8220;ambíguo&#8221; no sentido da palavra, mas o valor que acrescenta aos nossos produtos/serviços é bem &#8220;palpável&#8221;. Permite-nos identificar o nosso público-alvo, os seus &#8220;decisores&#8221;, criar uma comunidade, e tal como no ponto 3, é este mesmo público que nos vai ajudar a superar as &#8220;barreiras&#8221; de mercado, com a divulgação do nosso conteúdo nas suas redes pessoais, acabando de certa forma, por fazer parte da equipa.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Relativamente a ferramentas de Content Marketing, destaco três:</h1>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>(Técnicas de) SEO</strong> &#8211; Optimizar o nosso <em>website</em> facilita imenso a procura orgânica nos motores de busca por parte do nosso público-alvo. Visto que o <strong>SEO</strong> vai ajudar no posicionamento&nbsp;do nosso <em>website</em>, bem como aprimorar o conteúdo a ser &#8220;procurado&#8221;.</li>



<li><strong>Social Media</strong> &#8211; &#8220;Construir&#8221; a Marca nas mais diversas plataformas sociais. Estar próximo do público é a chave para manter e criar uma relação de confiança e duradoura.</li>



<li><strong>Email Marketing</strong> &#8211; Enviar directamente mensagens para o nosso&nbsp;público. Com conteúdo relevante, pode-se chegar a uma vasta audiência,&nbsp;esperando assim que haja uma reacção e que nos venham procurar para satisfação das suas necessidades.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><em>Et voilá</em>, lá se deu finalmente o <em>comeback</em> d&#8217;O Idiota Marketeiro, seguimos juntos nesta missão, com o <em>focus</em> em conteúdo útil e que seja uma demonstração sempre <em>Content</em>(e).</h2>
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		<title>Vive o Moment Marketing!</title>
		<link>https://davidesteves.pt/blog/vive-o-moment-marketing/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 19:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de uma ausência prolongada devido a mudanças geográficas, trabalho, um pedido de casamento pelo meio, festas natalinas e &#160;um novo ano, &#8220;O Idiota Marketeiro&#8221; voltou!<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Depois de uma ausência prolongada devido a mudanças geográficas, trabalho, um pedido de casamento pelo meio, festas natalinas e &nbsp;um novo ano, &#8220;<strong>O Idiota Marketeiro</strong>&#8221; voltou! Bom Natal, Bom Ano, tudo de bom para este 2017, que seja ainda melhor que os anteriores!</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;Lembram-se daquela caminhada? Aquela do ano passado? Façamos uma pequena pausa nessa errante caminhada do <strong>Social Media Hero</strong>. Hoje vamos viver o momento e dar pulos de alegria por este regresso! Através de uma janela de oportunidade e quase 1000&nbsp;dias depois (exagero) do último aparecimento d&#8217;<strong>O Idtiota Marketeiro</strong>, vamos explorar mais um tipo de <strong>Marketing</strong>, é verdade, mais um. Falo-vos do <strong><em>Moment</em> Marketing</strong>. E começamos logo em grande, com um <em>statement</em> que explica a sua essência.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>“Moment marketing is the ability to take advantage of an event to deliver relevant and related, seemingly spontaneous, and often fleeting interactions with customers in real time.”—&nbsp;</em></strong><em>William Grobel, Senior Manager, Deloitte Digital. Toolkit 2016; Moment Marketing</em></p>



<p class="has-text-align-center">Peço perdão pela não tradução, mas a ideia é mesmo essa, o momento pede a origem da frase e a sua língua nativa. Mas, penso que se percebe facilmente o conceito que se está a transmitir. Contudo, “desmontemos” esta citação e analisemos em como é que podemos tirar partido deste tipo de <strong>Marketing</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="761" height="372" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/12/moment_marketing.png" alt="moment_marketing" class="wp-image-4124" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/12/moment_marketing.png 761w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/12/moment_marketing-500x244.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/12/moment_marketing-300x147.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/12/moment_marketing-150x73.png 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/12/moment_marketing-480x235.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, 761px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 – As Marcas procuram os micro-momentos.</strong></h3>



<p class="has-text-align-center">Hoje em dia, no mundo dos <em><strong>Media</strong></em>, <strong>procura-se criar momentos em tempo real entre o <em>Offline</em> e o <em>Online</em></strong>. O <strong><em>Moment</em> Marketing</strong> consiste na criação de conteúdo relevante que vai possibilitar esta mesma conexão. Por outras palavras, quando um consumidor reage a um spot televisivo, a uma activação da <strong>Marca</strong> ou até a uma simples mudança de comunicação, o <strong><em>Moment</em> Marketing</strong> é que vai tratar de fazer com que a <strong>Marca</strong> esteja nesse limbo do <em><strong>Off/Online</strong></em>. Assim, quando os consumidores “apanham estas mudanças” é imperativo que a <strong>Marca</strong> “lá esteja”, mais ainda, quando estamos numa era onde dispomos de dispositivos móveis que permitem o acesso a qualquer tipo de informação instantaneamente. <strong>Podemos ainda dizer que este “despertar de reacção” dos consumidores vai definir esse micro-momento para a Marca, é fundamental que esta “lá esteja” naquele exacto momento, acompanhada da mensagem correcta</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mas perguntam vocês, como é que as Marcas adivinham estes micro-momentos?</h4>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 – Conhecer o público-alvo.</strong></h3>



<p class="has-text-align-center">A verdade é que são em momentos como estes que se jogam cartadas decisivas no mercado. Mas como é que se gera “<em>buzz</em>” grátis para aproveitar “o” Momento?</p>



<p class="has-text-align-center">Como em cada campanha ou em cada acção de <strong>Marketing</strong>, é importante ter um acérrimo público-alvo seguidor, que em cada nosso passo, esteja em contacto com o que se está a passar “connosco”, ou seja, ter uma audiência fiel e coesa é fundamental para o sucesso do <strong><em>Moment</em> Marketing</strong>. Uma vez que, se por ventura forem consumidores não habituais, nunca vão identificar e associar o estilo de comunicação a uma determinada <strong>Marca</strong>. Mesmo sendo uma ideia “selvagem”, temos de garantir que vai haver impacto na comunicação, e quem melhor que os “nossos” seguidores para garantir o seu sucesso?</p>



<p class="has-text-align-center"><strong style="line-height: 1.7;">3 &#8211; “Planear” e antecipar.</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Como foi dito em cima, os micro-momentos acabam por ser “momentos de comunicação selvagem”, contudo, podemos fazer uma previsão de como e quando os vamos “aproveitar”. Com efeito, podemos fazer uma análise aos acontecimentos de grande escala que irão ocorrer e mediante o pico de eventos que poderão existir, podemos assinalar festivais, eventos desportivos ou até cerimónias de entrega de prémios, como alturas ideais para “<strong><em>Moment</em> Marketing</strong>”. Claro está, tudo vai depender depois do que poderá acontecer nesses eventos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong style="line-height: 1.7;">4 &#8211; Tempo</strong></h3>



<p class="has-text-align-center">Se eventualmente ocorrer um micro-momento num dos eventos citados no ponto 3, o tempo de reacção dum <strong>Social Media Manager</strong> num segmento como este, é a chave para um impacto a grande escala. Assim, convém ainda referir um factor a ter em conta durante este tempo de reação, a liberdade de acção, o <strong>Social Media Manager</strong> deve sentir que tem a liberdade para comunicar “o que quiser”, porque no fundo, é uma pequena grande comunicação que poderá impulsionar e gerar o desejado <em><strong>buzz</strong></em> para a <strong>Marca</strong> que representa. Com efeito, mesmo sendo espontâneo, pensar sempre no que se pode comunicar, o que acaba por ir de encontro ao fundamento do ponto 3, Planear e antecipar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="324" height="297" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/11/moment_mkt1.gif" alt="moment_mkt1" class="wp-image-4087"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong style="line-height: 1.7;">5 &#8211; “Imagem de Marca”</strong></h3>



<p class="has-text-align-center"><strong>Cada Marca é uma Marca</strong>. O estilo, a forma, o conteúdo, a imagem, tudo isso é o que define e torna uma Marca única. É importante assim, mesmo sendo uma comunicação espontânea, pensar na forma de como se vai dar o cunho pessoal a estes micro-momentos. Cada comunicação tem de ser realizada e instantaneamente ser associada à <strong>Marca</strong>. Têm de existir traços únicos, que levem a um automatismo de pensamento. “<strong>Epá! aposto que isto é mesmo daquela Marca</strong>”. (Algo brejeiro deste género)</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong style="line-height: 1.7;">6 &#8211; Saber o que se está a fazer.</strong></h3>



<p class="has-text-align-center"><strong>No seguimento do ponto 4</strong>, a liberdade de acção, nunca esquecer que as comunicações podem ser entendidas de formas diferentes, por isso, procurar sempre acertar correctamente no tipo de comunicação que se pretende fazer passar. Claro que é uma receita falível, uma vez que podem ocorrer erros e as mensagens não terem o efeito pretendido, contudo, procurar ser simples e conciso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong style="line-height: 1.7;">7 &#8211; Aceitar que pode não resultar. </strong><strong style="line-height: 1.7;">Aprender com a experiência.</strong></h3>



<p class="has-text-align-center">Independentemente do que se planeou, não é certo que tudo vá corer como se pretende. <strong>Esperem lá, no ponto 6 dizia-se isso mesmo</strong>. Por vezes, estes micro-momentos podem ser momentos de aprendizagem para olear o nosso <strong><em>Moment</em> Marketing</strong>. Se houver uma falha, na próxima vez já se irá tentar outro tipo de canal para efectuar a comunicação ou então não se usa determinada linguagem. Claro que nem todos os micro-momentos vivem do <strong><em>Moment</em> Marketing</strong>, há uns que resultam e há outros que não são ideais para a <strong>Marca</strong>. Contudo, procurar analisar o resultado e retirar o que de positivo exista. Só assim se vai poder dar um upgrade no nosso <strong><em>Moment</em> Marketing</strong>, e para isso, nada melhor que ouvir o que os <strong>Social Media</strong> pedem naquele momento. O <strong><em>Moment</em> Marketing</strong> não é uma ciência exata, mas mesmo assim, desde que se siga os básicos do <strong>Marketing</strong>, tem tudo para resultar!</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="324" height="286" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/11/moment_mkt2.gif" alt="moment_mkt2" class="wp-image-4088"/></figure>



<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Deixar só duas últimas notas:</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>1 &#8211; Como é obvio, nem todas as Marcas procuram micro-momentos.</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>2 – Segue no link em baixo uma pequena explicação prática de como funciona o <em>Moment</em> Marketing:</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><a href="http://www.ad-pure.com/blog/marketing/moment-marketing-is-here-to-stay-some-real-time-marketing-examples/">http://www.ad-pure.com/blog/marketing/moment-marketing-is-here-to-stay-some-real-time-marketing-examples/</a></p>
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		<title>Reflexões. Parte II – &#8220;Redes Sociais&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2016 11:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custou, mas estou de volta ao papel d’O Idiota Marketeiro! Estes quase dois meses foram repletos de trabalho. Foi um pico de trabalho quase inesperado, mas<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Custou, mas estou de volta ao papel d’<strong>O Idiota Marketeiro</strong>! Estes quase dois meses foram repletos de trabalho. Foi um pico de trabalho quase inesperado, mas que por agora acalmou para entrar num outro ritmo. Acreditem que a gestão de trabalho dava para uma “idiotice” e pêras, se calhar até é uma ideia para mais tarde, uma reflexão sobre a gestão do trabalho em <strong>Marketing</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Pois bem, cá vamos nós continuar o caminho do <em><strong>Social Media Hero</strong></em>. Para esta semana, o tema escolhido é do género do <a href="https://oidiotamarketeiro.wordpress.com/2016/09/02/reflexoes-parte-i-festivais/" target="_blank" rel="noopener">anterior</a>, eventualmente com um pouco menos de musicalidade.</p>



<p class="has-text-align-center">As <strong>Redes Sociais</strong> entraram nas nossas vidas de uma forma quase <strong>bélica, a partilha de fotos, a criação de perfis atulhados de músicas, a possibilidade de fazer novos amigos e amigas… tudo isto à distância de um simples registo e a porta da utopia do paraíso estava aberta</strong>. Se por um lado, tinham tudo para resultar, por outro, o facto de transmitir “pouca” privacidade, poderia ser um entrave ao registo imediato. <strong>Mas, como todos nós pensamos ponderadamente no que fazemos, o registo foi imediato, a adesão foi maciça, e de repente, tínhamos criado um universo paralelo ao nosso</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="380" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/free-social-media.png?w=680" alt="free-social-media" class="wp-image-4062" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/free-social-media.png 700w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/free-social-media-500x271.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/free-social-media-300x163.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/free-social-media-138x75.png 138w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/free-social-media-480x261.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 700px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Com estes perfis, podemos ser quem queremos, mesmo sem o ser. A vida pode ser levada através da “canção do bandido”, as fotos podem ser alteradas, enfim, somos nós e somos quem desejaríamos ser. (Que parágrafo profundo).</em></h3>



<p class="has-text-align-center">Contudo, não é este o caminho que esta reflexão vai tomar. Não se pretende julgar o “quem é quem”, mas sim “opinar” sobre os efeitos das <strong>Redes Sociais</strong> e os limites que estas têm, ou melhor, não têm.</p>



<p class="has-text-align-center">Com efeito, comecemos por exemplos práticos, quando se trata de “morte”, faz algum sentido fazer “<em>like</em>” no post? Qual é o sentido do <em>like</em> nesse momento? “Gostas da morte”? Gostas da partilha? Ou gostas simplesmente só para dar apoio à pessoa que fez o post? E nos meios da comunicação, quando se tratam de notícias, tragédias, “últimas-horas”, o <em>like</em> que efeito tem? Mas mais importante que isso, para que serve?</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">









</figure>



<p class="has-text-align-center"><strong>Vejamos agora um outro exemplo, aquando dos atentados de Paris, aqueles filtros com as bandeiras, eram o quê?</strong> Para ter mais <em>likes</em> nas publicações pessoais? Aqueles posts extensos e cheios de palavras bonitas, eram o quê? Palavras demagogas e de psicologia barata? Mas o quê, de repente virámos todos muito solidários com o mundo? <strong>E no outro lado do mundo, também não deveria existir &#8220;filtros&#8221; para apoiar a Síria, o Quénia, Nigéria? Existem mortos de primeira e mortos de segunda?</strong> Parece de certa forma que andamos num fluxo de informação e a <strong>nossa vida é vivida em função de reações, partilhas, likes, etc. Se calhar vivemos emocionalmente num lado de uma forma e fisicamente noutro e de uma outra forma.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="695" height="643" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/filtro_paris.jpg?w=680" alt="filtro_paris" class="wp-image-4076" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/filtro_paris.jpg 695w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/filtro_paris-500x463.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/filtro_paris-300x278.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/filtro_paris-81x75.jpg 81w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/filtro_paris-480x444.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 695px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Recentemente, aquele fenómeno do <strong>#entrocamentosemfim</strong>, Maria Leal, foi bombardeada com tudo o que é crítica, houve insurgimentos públicos, reacções mordazes, tudo porque apareceu e supostamente tirou espaço a outros artistas, mas qual foi o sentido dessas reacções e porquê tanto &#8220;ódio&#8221; nas <strong>Redes Sociais</strong>? Supostamente estas não servem só para ser todos amigos e interagirmos? Já dizia o outro, &#8220;bem ou mal, o que importa é falarem de mim&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Têm todo o direito de poder julgar esta posição até aqui tomada, talvez seja uma opinião algo moralista, quem sabe presunçosa… ou até mesmo pensarem que é só para acender rastilhos e causar celeumas. A verdade é que é uma opinião, uma opinião de alguém que poderá gostar de mandar papaias ou até de ficar bonito na fotografia, lá está, é fácil colocar-me do outro lado e é isso que depois é escrutinado, tal e qual como quando se toma uma posição relacionada com determinado assunto, tudo vai depender do poder de encaixe das pessoas e de como estas pensam e vêem o mundo. Dando uma no cravo e outra na ferradura, a questão passa muito pela importância que se dá aos assuntos, às vezes esses <em>likes</em>, reações, apenas fazem crescer esses <strong>pimps sociais</strong>, <strong>#feedtheego</strong>, mas a verdade é que estes também só existem porque têm um público que os seguem de forma acérrima, sejam estes amigos, conhecidos, colegas, etc.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="880" height="880" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego.jpg" alt="feed_the_ego" class="wp-image-4080" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego.jpg 880w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego-500x500.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego-300x300.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego-768x768.jpg 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego-150x150.jpg 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego-75x75.jpg 75w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/feed_the_ego-480x480.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:880px) 100vw, 880px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">No fundo, a vida acaba por parecer fácil através das <strong>Redes Sociais</strong>, temos o mundo todo à distância dum teclado, temos a protecção de um monitor, <em>smartphone</em>, <em>tablet</em>, etc, o que é que se quer mais? <strong>A famosa Globalização que tanto se propaga, mais que parece uma Aldeialização</strong>. <strong>Convenhamos, não estaremos nós a viver num mundo de interesses? Estando</strong>&nbsp;<strong>as Redes Sociais a serem utilizadas como meios para divulgar mensagens que se pretendem&nbsp;implementar nas “massas”? Claro que é mais fácil acreditar nesta ideia se&nbsp;vivermos em função de opiniões que nos são &#8220;dadas!&#8221;&nbsp;</strong>e<strong>&nbsp;</strong>um exemplo que explica este pensamento, passa por fazer um regresso a um passado próximo, “<strong><em>Je suis Charlie</em></strong>”. De facto uma frase bonita, mas somos realmente <strong>Charlies? Aquele estilo de escárnio e maldizer? Ou apenas queríamos <em>likes</em> nas nossas publicações e somos &#8220;buéda&#8221; cools por colocar uma frase bonita no nosso perfil?</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="627" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/je-suis-charlie.jpg?w=680" alt="je-suis-charlie" class="wp-image-4073" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/je-suis-charlie.jpg 1200w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/je-suis-charlie-500x261.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/je-suis-charlie-300x157.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/je-suis-charlie-768x401.jpg 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/je-suis-charlie-144x75.jpg 144w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/10/je-suis-charlie-480x251.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:1200px) 100vw, 1200px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Ok, isto é exagerar, porque de certeza que existem pessoas que têm &#8220;boas&#8221; intenções ao colocarem o quer que seja nos seus perfis.</p>



<p class="has-text-align-center">As perguntas que se colocam são as seguintes, há limites nas <strong>Redes Sociais</strong>? Até onde é que podemos e devemos de ir? <strong>Quer-me parecer que estamos tão emaranhados nas “Redes” e nesta cavalgada da revolução tecnológica, que estamos a colocar de parte a palavra “Socais”, para dar lugar à palavra “Peões”. Mas é assim, neste universo paralelo, o caminho da inovação é tão tentador que qualquer <em>update</em>, só vai servir para aumentar o show-off e dizer ainda mais bacuradas.&nbsp;</strong>Tentemos manter o nosso lado humano intacto e a nossa sanidade sã.</p>



<p class="has-text-align-center">Em suma, tudo isto é um <em>loop</em> infinito quando falamos de assuntos delicados da esfera pública. Facilmente somos aglutinados pelo pensamento global, <strong>tudo nos surge no&nbsp;<em>feed</em> de notícias, os conteúdos patrocinados, os <em>ads</em>, <em>pop-ups</em>, basicamente, tudo aquilo que alimenta esta necessidade de informação</strong>. Um dia gostamos de laranjas, num outro, já não gostamos do seu sabor.&#8221;<strong>Refugiados? Ladrões, violadores, ajudem é os nossos sem abrigo seus malandros&#8221;, (segundos mais tarde), “Portugal recebe os primeiros refugiados”, segue um post para o Facebook, “Que Orgulho!”.</strong></p>



<p class="has-text-align-center">E assim termina um mais um dia na pele de&nbsp;<strong>#SocialMediaHero</strong>. Desta vez, Leopoldo Passarinho, mais um convidado d&#8217;<strong>O Idiota Marketeiro</strong>.</p>
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		<title>Reflexões. Parte I – “Festivais”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 08:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Após a&#160;viagem ao habitat natural da música, vulgo, Vodafone Paredes de Coura, pus-me a pensar (&#8230;) e cheguei à conclusão de que “O Idiota Marketeiro” podia<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">&#8220;Após a&nbsp;viagem ao <em>habitat</em> natural da música, vulgo, <a href="http://www.paredesdecoura.com/" target="_blank" rel="noopener">Vodafone Paredes de Coura</a>, pus-me a pensar (&#8230;) e cheguei à conclusão de que “<strong><em>O Idiota Marketeiro</em></strong>” podia mostrar uma nova faceta e demonstrar a sua versatilidade no campo do “<strong><em>opinanço</em> social</strong>”. Aproveitando o facto de existirem diversos temas “quentes” que pairam na nossa esfera nacional, decidi ir na onda desta semana musical e iniciar uma saga de <strong><em>Social Media Hero</em></strong> que vai começar exactamente por esta temática dos festivais. Para os mais desatentos (e para os mais recentes seguidores), <a href="https://oidiotamarketeiro.wordpress.com/2015/08/27/festivais-de-verao-ou-selvas-de-verao/" target="_blank" rel="noopener">relembro que no ano passado precisamente por esta mesma altura, também tinha “idiotado” um pouco sobre os festivais de verão que ocorrem pelo nosso país fora</a>. Como é óbvio, foi feita uma análise “mais” ao <strong>Marketing da temática</strong>, abordando um pouco as transversalidades de alguns destes festivais. Para este “novo” caso, vai ser posta de parte a análise ao <strong>Marketing</strong>, dando lugar a uma opinião mais “social”.</p>



<p class="has-text-align-center">E porquê? Perguntam vocês. Existem certos temas que me vão roendo e aguçando a curiosidade, <strong>fazendo com que as teclas do meu teclado&nbsp;&#8220;ganhem vontade própria&#8221; e queiram estender ainda mais “<em>O Idiota Marketeiro</em>”, levando-o até outras paragens</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Com efeito, festivais. Que mais se pode dizer?</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="999" height="556" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/festivais.jpg" alt="festivais" class="wp-image-3951" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/festivais.jpg 999w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/festivais-500x278.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/festivais-300x167.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/festivais-768x427.jpg 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/festivais-135x75.jpg 135w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/festivais-480x267.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:999px) 100vw, 999px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Muito se pode extrapolar das aventuras e “desandanças” musicais pelo nosso país fora. Os <a href="http://www.festivaisverao.com/" target="_blank" rel="noopener">Festivais de Verão</a> são como mecas nas regiões onde são organizados. Os aglomerados de gente são imensos, a oferta musical é para gregos e troianos, as <strong>Marcas</strong> asseguram sempre a premissa, “este ano é que vai ser”, e apesar de existir tanta oferta festivaleira no mercado, <strong>há sempre espaço na lista para mais um novo festival todos os anos</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ora bem, o que me faz “espécie” neste tema – <strong>Festivais</strong> &#8211; <strong><span style="text-decoration: underline;">é a rivalidade “entre festivais”</span>.</strong></h2>



<p class="has-text-align-center"><strong> “Este é que é”, “o outro não presta”, “vai para o Sudoeste”, “janados é no <em>Boom</em>”, “o <em>Super Bock</em> perdeu a mística no MEO Arena”, “O <em>Alive</em> é tipo <em>Urban</em>”, “Coura é só <em>hipsters</em>”, etc e etc</strong>. Frases como estas vão alimentando o dia-a-dia das bocas dos festivaleiros quando se deparam com diversas situações intrafestival, levando a minha pessoa a fazer a seguinte pergunta, <strong>será que</strong>&nbsp;<strong>em Portugal existe cultura musical no que toca a festivais?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Um pouco como no futebol, onde as pessoas só vêm clubes, não apreciando o futebol enquanto desporto, neste caso, sucede-se exactamente o mesmo.</h2>



<p class="has-text-align-center">Misturamos alhos e bogalhos, e pior, misturamos níveis sociais, gostos e formas de estar diferentes. As pessoas acabam só por “ver” festivais, e nunca a música como um todo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="501" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sw.jpg" alt="SW" class="wp-image-3953" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sw.jpg 1000w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sw-500x251.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sw-300x150.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sw-768x385.jpg 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sw-150x75.jpg 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sw-480x240.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Vejamos o seguinte, o <a href="http://sudoeste.meo.pt/" target="_blank" rel="noopener">MEO Sudoeste</a> neste momento é uma tenda electrónica ao ar livre, até aí nada contra, contudo, para quem se lembra, já foi um festival que nas suas primeiras edições teve <strong>Muse</strong>, <strong>Oasis</strong>, <strong>Korn</strong>, entre outras bandas, que levavam multidões até à <strong>Zambujeira do Mar</strong>. Com o passar dos anos foi-se adaptando às tendências, <strong>as&nbsp;Marcas são outras, o Mercado é outro, os budgets e <em>cachets</em> são outros, etc</strong>. Qual é então o direito daqueles que nunca lá puseram os pés, e vêm dizer que não presta? Só porque hoje em dia se caracteriza por um estilo mais electrónico e de pop music com um público mais jovem?</p>



<p class="has-text-align-center">Um dia ensinaram-me, <em><strong>&#8220;não critiques sem conhecer&#8221;</strong></em>, e este chavão aplica-se claramente nesta situação. Só porque não costuma ter um <strong><em>line-up</em></strong> de bandas <strong><em>mainstream</em> de rock ou de <em>indie</em></strong>, é menos que os outros?</p>



<p class="has-text-align-center">Mesmo não tendo artistas que figurem nas grandes áreas musicais dominantes, tem outro tipo de artistas que na área “deles” são grandes nomes. <strong>É&nbsp;com este tipo exemplo que se explica a tal falta de cultura musical e a aceitação da diversidade musical.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="234" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/vodafone.png" alt="vodafone" class="wp-image-3954" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/vodafone.png 600w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/vodafone-500x195.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/vodafone-300x117.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/vodafone-150x59.png 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/vodafone-480x187.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 600px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Exemplo seguinte. <strong>Vodafone Paredes de Coura</strong>… bem, aqui a questão acaba por ser uma faca de 2 gumes, se por um lado, “deixou” de ser o festival que fazia explodir bandas, também é verdade que se tornou num festival que só pela beleza e acústica do recinto atrai inúmeras bandas. <strong>Por um lado, e bem, souberam aproveitar as oportunidades que as Marcas promotoras lhes foram oferecendo, organizaram-se e hoje em dia quando falamos na Marca “Paredes de Coura”, só o nome, a história, o legado, todos eles são “contextos” grandiosos</strong>. Mas por outro, peca na sua “<em><strong>aficción</strong></em>”, crente na ideia do purismo e do intelecto, de que o resto não conta e nada presta. <strong>Simplesmente preferem viver num conto de fadas acreditando que o “estilo<em> indie</em> ainda não é conhecido”</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="541" height="426" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/alive.jpg" alt="alive" class="wp-image-3950" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/alive.jpg 541w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/alive-500x394.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/alive-300x236.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/alive-95x75.jpg 95w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/alive-480x378.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 541px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>Urban Alive</em></strong>. Isto quase que dava para nome de uma discoteca. Pelo menos é assim o pensamento de muita gente quando avalia o <a href="http://nosalive.com/" target="_blank" rel="noopener">NOS <em>Alive</em></a>. Mesmo tendo&nbsp;<strong>“O Melhor Cartaz. Sempre!”</strong>, tem o condão de não agradar no que toca ao falar de público que o frequenta, é só betolas, tios, tias, sobrinhas, sobrinhos, pouco espírito de festival, só para os ricos, mas no entanto, se for preciso <em><strong>“vender o c* por 5 tostões”</strong></em> para ir ver <strong>Radiohead</strong>, engole-se esta atitude de velho d’O Restelo. Há dinheiro, têm capacidade de negociação, conseguem atrair as grandes bandas, e então? <strong>Que exista pelo menos uma organização e uma promotora que consiga conciliar grandes nomes da música. &nbsp;</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="400" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sbsr_.png" alt="sbsr_" class="wp-image-3952" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sbsr_.png 800w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sbsr_-500x250.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sbsr_-300x150.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sbsr_-768x384.png 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sbsr_-150x75.png 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/09/sbsr_-480x240.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:800px) 100vw, 800px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center"><a href="http://www.superbocksuperrock.pt/pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">Super Bock Super Rock</a>. Resumindo – “E tudo a poeira levou”. O português nunca está satisfeito com nada, no caso do <strong>Super Bock Super Rock</strong>, passa-se quase a mesma coisa. <strong>Anos e anos no Meco, sempre dos festivais mais badalados de Portugal, com cartazes estrondosos, mas também sempre com N críticas associadas às condições oferecidas. Quantos não vinham dizer que andaram a comer empadão de poeira durante os dias de festival e quantos não são os mesmos que agora se queixam que o festival não tem jeito nenhum por ser no MEO Arena?</strong> Realmente, esta onda da incoerência é <em>nonsense</em>. A organização pensa nos &#8220;consumidores&#8221; e mesmo assim, queixam-se. Resumindo &#8220;novamente&#8221;, o que é que querem então? Tudo bem que devem ter existido outros motivos, mas também facilitou &#8220;a vida festivaleira&#8221; a muitas pessoas.</p>



<p class="has-text-align-center">Em suma, vivemos num país onde para além de estarmos sempre em festa, vejamos os fins de semana televisivos, onde há sempre uma santa terrinha com alegria e folia, temos ainda uma panóplia de festivais que causam celeuma só por &#8220;existirem&#8221;. Enfim, até à próxima reflexão, um abraço e um queijo.&#8221;</p>



<h3 class="wp-block-heading">João Paisagem, Crítico musical.</h3>



<h1 class="wp-block-heading"><em>P.S</em> &#8211; <em>Plot twist</em> &#8211; afinal foi outro a fazer &#8220;<em>opinanço</em> social&#8221;.</h1>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;<strong>Reflexões&#8221;</strong> &#8211; A nova rubrica &#8220;<em><strong>d&#8217;O Idiota Marketeiro</strong></em>&#8220;. Convidados e muita gargalhada.</h2>
<p>O conteúdo <a href="https://davidesteves.pt/blog/reflexoes-parte-i-festivais/">Reflexões. Parte I – “Festivais”</a> aparece primeiro em <a href="https://davidesteves.pt">David Esteves | Criador de Conteúdo e Copywriter Freelance</a>.</p>
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		<title>Há algum médico na sala? E um Blogger?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2016 14:28:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana no site do Diário de Notícias, deparei-me com um artigo (espanto!) bastante trend e relacionado com “aquele” novo local de residência de muitas das<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://davidesteves.pt/blog/ha-algum-medico-na-sala-e-um-blogger/">Há algum médico na sala? E um Blogger?</a> aparece primeiro em <a href="https://davidesteves.pt">David Esteves | Criador de Conteúdo e Copywriter Freelance</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Esta semana no site do <a href="http://www.dn.pt/" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias</a>, deparei-me com <a href="http://www.dn.pt/media/interior/blogues-uma-janela-digital-para-o-mundo-das-celebridades-5317710.html" target="_blank" rel="noopener">um artigo</a> (espanto!) bastante <em>trend</em> e relacionado com “aquele” novo local de residência de muitas das celebridades portuguesas. O artigo é sobre aquele “sítio”, conhecem? Aquele… que está extremamente “populado” e onde existem “casas” construídas de todas as maneiras e feitios? E agora, já sabem do que é que estou a falar? Se não conhecem, não tem mal, era só para criar mistério. Levantando a cortina deste suspense, falo-vos do “<strong>Bairro <em>Blogger</em></strong>” e das suas janelas digitais. <strong>Um Bairro colorido, onde cada um cria à sua maneira e abre a porta de sua casa a milhares de visitantes. Neste Bairro, encontramos de tudo! Desde dicas de moda, a dicas para encher o bucho, passando ainda pelos trabalhos manuais que todos os leigos caseiros tanto adoram. Um local rico, com conteúdos direccionados a públicos específicos e onde quem conta a melhor história, fica a ganhar</strong>. Citando um chavão do <strong>Marketing</strong>, “<strong>No Marketing, quem conta a melhor história, ganha</strong>”, <strong>coincidência</strong>?</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="652" height="318" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_3.jpg" alt="blogging_3" class="wp-image-3809" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_3.jpg 652w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_3-500x244.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_3-300x146.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_3-150x73.jpg 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_3-480x234.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 652px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">No caso, e como referido, <strong>predomina “claramente” esta ideia</strong>, a vida de cada um e a forma como esta é contada é que vai fazer com que os visitantes voltem para mais um dia de histórias. <strong>Assim, quanto mais pessoal, “mais próprio” e único, melhor é o <em>blog</em>. Com efeito, a autenticidade dos testemunhos e a qualidade das histórias é o que vai fazer a diferença “entre os moradores” deste “Bairro <em>Blogger</em>”</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Hoje em dia, <strong>facilmente se cria um <em>blog</em></strong>. <strong>A facilidade com que podemos expressar a nossa opinião pelo&nbsp;mundo digital é enorme</strong>. Não só de &#8220;celebridades&#8221; vive este &#8220;<strong>Bairro <em>Blogger</em></strong>&#8220;. Através das inúmeras ferramentas comunicativas disponíveis, &#8220;mostra-se&#8221; que o mais comum dos mortais pode ser&nbsp;&#8220;alguém&#8221; numa determinada área. <strong>Um <em>opinion leader</em>, uma “enciclopédia “ de informação ou simplesmente alguém que gosta de mandar &#8220;<em>larachas</em>&#8221; e ver a casa a arder</strong>. Mas como é óbvio, e voltando ao parágrafo acima, <strong>a qualidade dos nossos conteúdos é que vai ditar o sucesso do nosso <em>blog</em>, por isso, convém sempre adequar cada <em>post</em> ao momento em que está prestes a “sair cá para fora”</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Posto isto,<strong> <em>“O Idiota Marketeiro “</em> </strong>vai dar umas dicas de <strong><em>blogging</em> </strong>a todos os interessados e expirantes a habitantes do “Bairro <strong><em>Blogger</em>”</strong>.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Por que razão se deve criar um <em>blog</em>?</h1>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1200" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia.png?w=680" alt="icon_ideia" class="wp-image-3815" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia.png 1200w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia-500x500.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia-300x300.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia-768x768.png 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia-150x150.png 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia-75x75.png 75w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/icon_ideia-480x480.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:1200px) 100vw, 1200px" /></figure>
</div>


<ul class="wp-block-list">
<li>O <strong><em>Blogging</em></strong> é uma tendência cada vez maior nos dias que correm. Rapidamente, foi assumindo um papel de destaque na vertente comunicativa no mundo digital, possibilitando a partilha e a permuta de conhecimentos. <strong>Prova disto, é o facto de existirem blogs de tudo e mais alguma coisa (!)</strong>.</li>



<li>É uma óptima forma para expressar as nossas opiniões pessoais e partilhá-las com outros. <strong>Esta partilha e o “poder” de mudar mentalidades acabam por ser um reforço positivo. Se for um <em>blog</em> de sucesso, podemos até criar uma cultura própria, “composta” por acérrimos seguidores</strong>.</li>



<li>Num nível mais pessoal, um <em><strong>blog</strong></em> é sempre um <strong><em>plus</em></strong>&nbsp;na vertente profissional, acabando no fundo, por ser uma valência extra. Mostrando uma faceta autodidacta, mas acima de tudo, mostra “como somos”, e se o <strong><em>blog</em></strong> se tornar numa referência, ganhamos ainda mais crédito.&nbsp;<strong>Por outras palavras, tudo valências que se podem tornar mais-valias para as Marcas/Empresas/Organizações, que procuram um determinado perfil de trabalhador</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por fim, e finalizando esta introdução, que outra razão, poderá ser vista como motivo para a criação de um blog?</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Pensando de forma audaz,&nbsp;<strong>a possibilidade de se fazer dinheiro também é um factor que se deve ter em conta</strong>. Claro que vai depender sempre do caminho que cada um escolhe. <strong>Às vezes, o sucesso poderá ser “tanto” que o caminho do “lucro” é quase uma obrigação, isto porque, se se querem mais seguidores, também tem de se garantir condições para tal</strong>. A viabilidade do projecto e as condições para este evoluir terão sempre de se analisar ciclicamente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="540" height="296" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/make-money-blogging_1.jpg" alt="Make-Money-Blogging_1" class="wp-image-3819" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/make-money-blogging_1.jpg 540w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/make-money-blogging_1-500x274.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/make-money-blogging_1-300x164.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/make-money-blogging_1-137x75.jpg 137w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/make-money-blogging_1-480x263.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 540px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<h1 class="wp-block-heading"><span style="text-decoration: underline;"><strong>7 Dicas&nbsp;para começar um <em>Blog:</em></strong></span></h1>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Dica&nbsp;1 – Escolher uma plataforma para criar o <em>blog.</em></strong></h1>



<p class="has-text-align-center">A escolha do “local de construção” do <strong><em>blog</em></strong> é essencial. Não se pode dizer que esta ou aquela ferramenta é a melhor para trabalhar. O que se deve ter&nbsp;em mente, <strong>é o que nós procuramos, as nossas necessidades, o que precisamos e qual das plataformas tem as opções necessárias para o que pretendemos</strong>. Contudo, existirão sempre plataformas que se destacam mais que outras, ou por terem&nbsp;mais opções, <em>templates</em>, <em>plugins</em>, planos de afiliação, etc.</p>



<p class="has-text-align-center">No gráfico abaixo, estão os dados com esta informação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="435" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_dados.jpg" alt="wordpress_dados" class="wp-image-3811" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_dados.jpg 580w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_dados-500x375.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_dados-300x225.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_dados-100x75.jpg 100w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_dados-480x360.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 580px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Escusado será dizer, que o <a href="https://wordpress.com" target="_blank" rel="noopener">WordPress</a> é de longe, o mais utilizado. Mas como referi, a escolha vai muito da preferência de cada um<strong>.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="351" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_1.png" alt="WordPress_1" class="wp-image-3810" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_1.png 600w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_1-500x293.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_1-300x176.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_1-128x75.png 128w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/wordpress_1-480x281.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 600px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">No entanto, e como podem ver, para aqueles aventureiros, <strong>&#8220;também existe&#8221; a opção criar um <em>blog</em> de raiz, e aí só nos temos de preocupar com o próximo passo</strong>.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Dica&nbsp;2 – Servidor afiliado (<em>premium</em>) ou afiliação free?</strong></h1>



<p class="has-text-align-center">Esta é uma decisão que vai passar muito, pelo tipo de investimento que se pretende fazer, se o <strong><em>blog</em></strong> for criado para uma vertente “mais a sério”, os serviços <em>premium</em> são os mais indicados, uma vez que oferecem uma panóplia de opções. Por outro lado, os serviços grátis dispõem de opções mais limitadas. Se for essa a escolha (<em>free</em>), podemos pensar da seguinte forma , <strong>consigo fazer omeletes sem ovos? A superação também é um factor de relevo, ou seja, fazer muito com pouco. O aconselhável é um tempo de afiliação <em>free</em>, procurar sustentar o <em>blog</em>, criar uma comunidade sólida de seguidores e depois aos poucos, entrar no mundo <em>premium</em></strong>.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Referir ainda, alguns “contras” do serviço grátis:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não se possui o próprio domínio;</li>



<li>Limites na capacidade de hospedagem de ficheiros;</li>



<li>Depende-se sempre das opções disponíveis do plano <em>free</em><strong>.</strong></li>
</ul>



<p class="has-text-align-center">No caso da criação de raiz, aí sim, um servidor afiliado é a opção que deve ser tida em conta.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Dica&nbsp;3 – Desenhar o blog.</strong></h1>



<p class="has-text-align-center">O <strong><em>blog</em></strong> tem de ser a nossa cara, tem de transparecer todas as palavras que contem. <strong>Tem de contar a sua história contando a nossa</strong>. Depois da escolha da plataforma e mediante as opções disponíveis, dos <em>templates</em> apresentados, <em>plugins</em>, escolher aqueles que melhor vão servir as nossas necessidades. <strong>Por outro lado, se for construído de raiz, construir o mais fiel a nós possível, aí sim, temos liberdade e é deixar a imaginação fluir</strong>.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Dica&nbsp;4 – Conteúdo.</h1>



<p class="has-text-align-center">Quando nos alistamos na missão, “<strong>I<em>nfiltrar no “Bairro Blogger”</em></strong>”, temos de ter em conta que só por si, a aparência, não chega para atrair visitantes. <strong>A nossa história, e repetindo-me novamente, é tudo</strong>. O conteúdo é fundamental, porque se nos propusemos a esta missão, temos de nos comprometer a entregar sempre, a melhor informação. <strong>Conteúdo com conteúdo, e não, conteúdo sem conteúdo, confuso?</strong> <strong>É simples, a diferença pode ser feita em cada palavra, e com conteúdos actuais, úteis e pertinentes, mais fácil fica a nossa missão. Temos sempre de acrescentar valor aos nossos seguidores</strong>.</p>



<h1 class="wp-block-heading">&nbsp;<strong>Dica&nbsp;5 &#8211; Criar uma cultura “<em>blógica</em>” própria.</strong></h1>



<p class="has-text-align-center">A criação de uma cultura própria em torno do <strong><em>blog</em></strong>, é o objectivo máximo de um <strong><em>blogger</em></strong>. <strong>Ter a capacidade de atrair seguidores, construir uma comunidade, é o que vai definir o sucesso do <em>blog</em></strong>. Por outras palavras, “esta” cultura é o que nos vai <strong>posicionar e diferenciar da “concorrência”</strong>. O facto de a nossa audiência nos reconhecer como alguém que é&nbsp;<em>pro</em>&nbsp;no assunto, com qualidade de conteúdos, <strong>acaba por ser um sinal de que marcamos uma posição neste “Bairro <em>Blogger</em>”</strong>.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Dica&nbsp;6 &nbsp;– &nbsp;Inovação, superação, ambição.</strong></h1>



<p class="has-text-align-center">Após 5 passos, o fim das dicas aproxima-se. Já percorremos diversos pontos de ajuda para um começo sustentado e com fortes hipóteses de crescimento. Relativamente a este sexto passo, após conseguirmos estabilizar o <strong><em>blog</em></strong>, deve-se procurar sempre formas de surpreender os seguidores, com concursos, sondagens, <em>guest-blogging</em>, etc. Devemos pensar que a cada dia que passa, a responsabilidade torna-se maior, <strong>porque manter a “renda em dia” no “Bairro <em>Blogger</em>” é vital. Conteúdo desactualizado é o pior que pode acontecer a um <em>blogger</em></strong><em>.</em></p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Dica&nbsp;7 – E depois?</strong></h1>



<p class="has-text-align-center">Tal como no <strong>Marketing</strong>, controlar as estatísticas, é meio caminho andado para evitar percalços. Assim que os primeiros passos sejam dados, encontrar ferramentas de controlo de tráfego, informação, visitas, etc. E quando houver quebra nas visitas ou no alcance das publicações, voltar ao passo 6 e ser criativo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="416" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_1.jpg" alt="blogging_1" class="wp-image-3807" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_1.jpg 600w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_1-500x347.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_1-300x208.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_1-108x75.jpg 108w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/08/blogging_1-480x333.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 600px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"></p>



<h1 class="wp-block-heading">Um passo atrás, por vezes, são dois à frente.</h1>



<p class="has-text-align-center">Talvez não seja o maior exemplo, mas tento cumprir o meu papel enquanto <em><strong>&#8220;O Idiota Marketeiro&#8221;</strong></em>, nem sempre tem sido fácil conciliar a vida profissional/pessoal com o <em><strong>blog</strong></em>, mas tem sido uma viagem cheia de aprendizagem e divertimento!</p>
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		<item>
		<title>Pokémon (Marketing) GO!</title>
		<link>https://davidesteves.pt/blog/pokemon-marketing-go/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[David Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2016 09:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro de tudo, &#8220;O Idiota Marketeiro&#8221; saúda os novos Campeões Europeus. Parabéns a nós, Portugal! Foi um mês de muitas emoções. Campeões europeus disto, daquilo, daquel’outro,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Primeiro de tudo, <em>&#8220;<strong>O Idiota Marketeiro&#8221;</strong></em> saúda os novos <strong>Campeões Europeus</strong>. <strong>Parabéns a nós, Portugal!</strong></h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1050" height="590" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pt_euro_2016.jpg?w=680" alt="pt_euro_2016" class="wp-image-3654" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pt_euro_2016.jpg 1050w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pt_euro_2016-500x281.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pt_euro_2016-300x169.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pt_euro_2016-768x432.jpg 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pt_euro_2016-133x75.jpg 133w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pt_euro_2016-480x270.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:1050px) 100vw, 1050px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">Foi um mês de muitas emoções. Campeões europeus disto, daquilo, daquel’outro, enfim, <strong>CAMPEÕES DE TUDO E MAIS ALGUMA COISA! #Almatuga</strong>. Ficaram, foi a faltar novas idiotices, não pelos motivos citados, mas por infortúnio do destino, que quis que <em><strong>&#8220;O Idiota Marketeiro&#8221;</strong></em> tivesse de luto. Infelizmente não controlamos diversos factores da nossa vida e por vezes temos de assistir à partida dos nossos. É verdade que a vida continua, mas fica sempre a faltar algo e só o tempo cura esta perda.</p>



<p class="has-text-align-center">Mas deixemos de lado estes pormenores menos bons, o que conta agora é “apanhar” a motivação para mais uma idiotice. <strong>Alto lá, “apanhar”? Será que já temos uma pista para o que aí vem? Penso que quanto mais escrevo, mais me aproximo do objectivo para hoje, o “radar do teclado” está a piscar.</strong></p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;<strong>(…)</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>(…)</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>(…)</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><em>(já continuo… apareceu-me aqui um magikarp, coitado… está fora d’água)</em></p>



<p class="has-text-align-center">Pois bem, para não fugir à regra da febre móvel que se instalou pelo mundo, &#8220;<em><strong>O Idiota Marketeiro&#8221;</strong></em>, hoje vai dar uma de <strong>Professor Oak</strong> e explicar como podemos “apanhar” e fazer render esta “<strong>febre <em>Pokémaníaca</em></strong>” no mundo do <strong>Marketing</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="2000" height="736" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo.png" alt="English_Pokémon_logo" class="wp-image-3685" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo.png 2000w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo-500x184.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo-1200x442.png 1200w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo-300x110.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo-768x283.png 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo-1536x565.png 1536w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo-150x55.png 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/english_pokc3a9mon_logo-480x177.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:2000px) 100vw, 2000px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">O <strong><a href="http://www.pokemon.com/us/" target="_blank" rel="noopener">Pokémon</a></strong>, ou como é vulgarmente pelos lados asiáticos, <strong><em>Pocket Monsters</em></strong>, ganhou uma realidade aumentada neste último mês (literalmente).</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Ora vejamos</strong>:</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>. Aplicação mais “baixada” no primeiro dia de lançamento;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>. Maior tempo de utilização por utilizador;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>. Cotação da <a href="http://www.nintendo.com/?lang=en" target="_blank" rel="noopener">Nintendo</a> a subir que nem uma flecha em bolsa (Se bem que entretanto, descobriu-se que a Nintendo “pouco tem a ganhar” com a aplicação, míseras migalhas dizem eles);</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>. Melhor aplicação com adaptação à realidade aumentada;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>. Mas acima de tudo, e algo que muita gente prefere ignorar, mostra que mesmo que seja por um motivo artificial, é possível combater o sedentarismo. (ok, esta última, foi um aparte)</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="578" height="327" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon_2.jpg" alt="pokemon_2" class="wp-image-3682" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon_2.jpg 578w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon_2-500x283.jpg 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon_2-300x170.jpg 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon_2-133x75.jpg 133w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon_2-480x272.jpg 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 578px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">O <strong><a href="http://www.pokemongo.com/en-us/" target="_blank" rel="noopener">Pokémon GO</a></strong>, da produtora <strong><a href="https://www.nianticlabs.com/" target="_blank" rel="noopener">Niantic</a></strong>, prova que o bichinho do <strong>Pokétrainer</strong> está “vivo” em cada um de nós, até mesmo naqueles que não cresceram a jogar os videojogos ou a assistir às séries de televisão criadas. O <em>boom</em> do fenómeno <strong>GO</strong> tem sido brutal e a cada dia que passa, mostra que através de uma simples aplicação gerida por GPS e com um &#8220;simples&#8221;&nbsp;algoritmo de espalhar <strong>Pokémons</strong> por todos os locais do mundo, <strong>pode transformar a lixeira do tio Quim, no local mais exótico e mais procurado do mundo, e só, repito… só, por ter um determinado Pokémon</strong>. E é aqui, nesta transformação, que entram as <strong>Poké balls</strong> do <strong>Marketing</strong>, o facto de se poder criar pontos de referência, ginásios ou até <strong>Poké Stores</strong> associadas a um determinado lugar, faz com que para além de irmos á caça de Z<em><strong>ubats</strong></em>, descubramos que existe um novo produto/serviço no “local da caça”.</p>



<p class="has-text-align-center">Com efeito, quer seja para divulgar um novo produto/serviço ou simplesmente como ferramenta de divulgação, o <strong>Pokémon GO “apresenta-se” assim, como mais uma opção para comunicar com os consumidores. E tendo em conta que é uma aplicação de “nível básico” no sentido de novidade de mercado, tem todo um caminho de actualizações e upgrades para percorrer, e sabendo que o Mundo Pokémon é infinito, todas as futuras inovações só vão melhorar e refinar este novo canal de comunicação</strong>. Alguns dados em baixo para análise.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="680" height="426" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon.png" alt="pokemon" class="wp-image-3672" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon.png 680w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon-500x313.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon-300x188.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon-120x75.png 120w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/pokemon-480x301.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, 680px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center">No seguimento deste pensamento, hoje em dia é fundamental saber “colocar” o nosso produto/serviço nas bocas do mundo, o conteúdo e a forma como nos apresentamos fazem a diferença perante a concorrência. <strong>A inovação será sempre o <em>plus</em> que fará com que esta diferença se manifeste, e como já foi aqui referido, o Pokémon GO é uma excelente abordagem de mercado. Em baixo, exemplos de “Marketing engenhoso”, utilizando o Pokémon GO</strong>.</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://twitter.com/CincinnatiZoo/status/752533045555568640/photo/1?ref_src=twsrc%5Etfw
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://twitter.com/fuzzystacoshop/status/752545562503704576/photo/1?ref_src=twsrc%5Etfw
</div></figure>



<p class="has-text-align-center">Seguindo os exemplos apresentados, o tipo de <strong>Marketing</strong> que talvez “mais ganhe” com este novo canal de comunicação, é o <strong><em>Local</em> Marketing</strong>. Usado essencialmente por estabelecimentos que procuram diferenciar-se das grandes superfícies e que procuram implementar estratégias “locais”.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Assim, e recorrendo aos exemplos anteriormente referidos, ao promoverem-se como PokéGyms, PokéCenters, “obriga” os utilizadores a utilizarem-nos como ponto de passagem</strong>. E esmiunçando ainda mais este facto, <strong>que estratégias surgem logo como possíveis de se executarem ligadas a este tipo de associação?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Promover encontros de <strong>Pokétrainers</strong>;</li>



<li>Descontos &nbsp;especiais para os <strong>Pokétrainers</strong><em>;</em></li>



<li>Promoções para quem tem&nbsp;<strong>Pokémons</strong> específicos, etc.</li>
</ul>



<p class="has-text-align-center">[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Qryf2F_QfXg&amp;w=560&amp;h=315]</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Assim, o segredo de associar o Pokémon GO ao negócio, passa muito pelo tipo de produto/serviço que as Marcas/Empresas/Organizações oferecem. Dependendo das suas necessidades, procurar conciliar as estratégias e analisar a viabilidade do GO</strong>.</h3>



<p class="has-text-align-center">Em suma, <strong>que mais podemos dizer sobre o Pokémon GO</strong>? Como já foi referido em mais que um artigo, é “burrice” ignorar este fenómeno e não utilizá-lo como meio de divulgação, promoção ou “atracção” de novos clientes. <strong>Sendo uma Marca com um Marketing fortíssimo, uma Marca icónica, nostálgica, com uma “oferta” de produtos e serviços brutal, com utilizadores regulares e “colados”, com uma comunidade fiel, que mais elementos serão necessários apresentar para nos rendermos ao lema “<em>Gotta Catch ‘Em all</em>”?</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>P.S – E&#8230; enquanto utilizadores, de que vantagens podemos &#8220;usufruir&#8221;?</strong></p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>“Estilo de vida” saudável</strong> &#8211; <strong>1º Parêntesis</strong> (outra vez a bater na mesma tecla) &#8211; <strong>2º Parêntesis</strong> (Claro está, dentro do que são os moldes e o conceito da aplicação);</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Acessível para todas as pessoas</strong> (não existem custos associados, a não ser que queiramos “<strong>GO Pro</strong>” com a pulseira <em>xpto</em> da <strong>Nintendo</strong>);</p>



<p class="has-text-align-center">. <strong>Sendo uma aplicação para “viver” uma experiência</strong>, promove a partilha, o conhecer de novas pessoas, permite a criação de redes de contacto, mas acima de tudo, torna a experiência ainda mais real, onde a interacção entre utilizadores vai fomentando um espírito de &#8220;competitividade&#8221; saudável.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="3216" height="688" src="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2.png" alt="Gotta_catch_them_all_2" class="wp-image-3700" srcset="https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2.png 3216w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-500x107.png 500w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-1200x257.png 1200w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-300x64.png 300w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-768x164.png 768w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-1536x329.png 1536w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-2048x438.png 2048w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-150x32.png 150w, https://davidesteves.pt/wp-content/uploads/2016/07/gotta_catch_them_all_2-480x103.png 480w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:3216px) 100vw, 3216px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>
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